Obras na escola Marrote entram na reta final Divulgação - publicada em 8. 11. 2017 - atualizada 9h29 Prefeitura reforma prédio para voltar a funcionar no ano que vem
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A reforma de um dos prédios da Escola Municipal “Antonio Maria Marrote”, no Bairro do Estádio em Rio Claro, está perto da finalização. A recuperação do prédio, que ficou interditado por um ano devido a problemas estruturais, foi iniciada em abril deste ano e segue em ritmo acelerado com objetivo de preparar o imóvel para utilização no início do ano letivo de 2018. O investimento da prefeitura é de R$ 738 mil.

“O prédio está quase pronto para receber as crianças que terão um espaço novo e com estrutura adequada para o desenvolvimento das atividades escolares”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que visitou o canteiro de obras nesta terça-feira (7) acompanhado do secretário da Educação, Adriano Moreira.

O presidente da Câmara Municipal, André Godoy, vem acompanhando a obra desde o início e ressalta a celeridade dos trabalhos. “Em poucos meses a prefeitura conseguiu avançar na reforma para que os alunos possam retornar ao prédio”, destaca.

“Incluímos outras melhorias no projeto que vão tornar o prédio mais seguro e confortável para os alunos”, informa Moreira. Além da reforma das sete salas de aula e da brinquedoteca, o prédio recebeu telhado novo. As telhas comuns foram substituídas por telhas sanduíche que são termoacústicas e possuem propriedades que isolam a temperatura e o som. O espaço externo recebeu sistema de drenagem para evitar alagamentos em períodos de chuva e um novo portão para facilitar a entrada e saída das crianças.

“Já estamos providenciando com a Secretaria da Educação o mobiliário para atender as crianças”, explica Aline Cristina Ceccato Castelo Novo, diretora da escola, que destaca os esforços da administração municipal em atender o pleito da comunidade escolar que vinha solicitando a reforma do prédio há um ano.

Desde que o prédio foi interditado em abril do ano passado, as crianças foram remanejadas para o outro prédio que fica dentro da escola e outras para o Centro Social Urbano (CSU) localizado no mesmo bairro. Depois da reforma, todos os alunos voltarão a ser atendidos nas dependências da unidade de ensino, que tem capacidade para atender 350 crianças.

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