A mudança começa em nós Divulgação - publicada em 12. 8. 2015 - atualizada 16h18 Precisamos diversificar as fontes de informações, debater ideias e pontos de vista. Avaliar discursos e atitudes. E cobrar. Cobrar de verdade, sem nos deixarmos calar por ofertas que nos fazem corromper
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Por Rita Garcia 

Um povo corrompido não pode tolerar um governo que não seja corrupto.” (Marquês de Maricá)

Há cerca de quatro anos escrevi um artigo intitulado “Por uma nova política”. De lá para cá mudei muitos conceitos, abri a mente para diferentes pontos de vista, porém não mudo a opinião de que a atual situação do país, da economia e da população também é culpa nossa.

Ciclicamente o blábláblá e lenga-lenga se repetem. Talvez eu esteja fazendo isso por meio deste artigo, mas existem momentos em que é impossível não externar tamanha decepção e sentido de violação de direitos. Um jornal da cidade (trocadilho?) trouxe um pré- candidato às eleições municipais falando que “se preciso” o próximo prefeito deve enxugar cargos na prefeitura. Ora!

Gosto muito da citação “contra fatos não há argumentos”. O senhor em questão faz exatamente o contrário no cargo em que exerce. É fato que credibilidade se prova casando discurso com prática.

Eu digo que parte da culpa da atual situação do país também é nossa. Sim, pois somos omissos, conformados e sempre tendemos a aceitar o “menos pior”. Precisamos, antes de qualquer outra mudança nos governos federal, estadual e municipal mudar o pensamento.  É preciso buscar informações, avaliar se o que se diz é seguido, se o que se promete já foi prometido antes e se foi cumprido.

Há quatro anos, quando escrevi o artigo já citado acreditava que a conscientização precisava vir de uma pessoa ou um grupo que saiba a importância de beneficiar o próximo em benefício de si mesmo. Pura utopia. Enquanto nos permitirmos corromper haverá sempre corrupção.

Para deixarmos de ser corruptos é preciso nos munirmos de informações. Infelizmente, os veículos de comunicação, em sua maioria, também são corruptos e manipulam informações divulgando-as com total subjetividade e claras defesas de interesses.

Precisamos diversificar as fontes de informações, debater ideias e pontos de vista. Avaliar discursos e atitudes. E cobrar. Cobrar de verdade, sem nos deixarmos calar por ofertas que nos fazem corromper.

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